Área urbana da cidade de Jordão-AC, encontro dos rios Jordão e Tarauacá.
Foto: Luiz Azevedo, 2015.

Quem somos

A Andiroba é uma organização da sociedade civil fundada em 1999 e qualificada como Oscip em 2000.

A Andiroba defende a produção florestal como único caminho para a ocupação produtiva da Amazônia, negando veementemente qualquer alternativa econômica que pressuponha o desmatamento da floresta para o cultivo de grãos e a criação de boi.

A Andiroba acredita que a vocação econômica da Amazônia se assenta na oferta de produtos oriundos da diversidade biológica.

Esses produtos, que deverão compor um CLUSTER FLORESTAL, compreendem desde os princípios ativos empregados na indústria da biotecnologia até a oferta de madeira, incluindo-se a produção de água, de sementes florestais e de animais silvestres.

Andiroba será titular na Comissão Permanente do CNEA

Em reunião realizada em 14/05/2019, que contou com a participação das organizações ambientalistas eleitas para o Conama até 2021, ficou decidido a seguinte composição para a Comissão Permanente do Cadastro Nacional de Entidades  Ambientalistas (CP-CNEA):

Titular            Suplente
Andiroba           Ecoporé
Gebio                 Renctas
Gesc                   Baleia Jubarte
Guaicuy             Sesbra
Imavi                 Apromac
Proam                     –

Cabe à Comissão Permanente julgar os processos de cadastramento e de exclusão de entidades ambientalistas no CNEA.
Também é de responsabilidade da CP-CNEA a coordenação do pleito eleitoral para a escolha das entidades que integrarão o plenário do Conama a partir de 2021.
Para a Andiroba, a atuação como representante titular das organizações amazônicas representa uma oportunidade para discutir o significado do Conama para a região amazônica.
A prioridade da Andiroba será contribuir para aumentar o número de entidades amazônicas cadastradas no CNEA, afinal, é inadmissível que, diante da importância da Amazônia, menos de 10 entidades da região tenham participado da última eleição do Conama.

Artigo da semana:

O planeta é uma espaçonave, somos apenas os passageiros

Há duas maneiras de reduzir drasticamente ou (com um pouco de sorte) até mesmo zerar o desmatamento legalizado na Amazônia. A primeira, por meio da aplicação de taxação corretiva, obrigando o produtor a pagar pela recuperação da degradação que causa e impondo um custo proibitivo à pecuária. A segunda é ainda mais simples e barata. Basta que se impeça que o crédito rural subsidiado pelo Fundo Constitucional do Norte, FNO, seja destinado ao cultivo de capim e à criação de boi. Contudo, como afirmou o economista inglês Kenneth Boulding, há mais de 50 anos, o problema está na vontade política – na Amazônia, não existe vontade política para nenhuma dessas duas medidas.

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