Formação florestal na área de influência do Rio Muru, fronteira do Acre com o Peru.
Foto: Ecio Rodrigues, 2015.

Quem somos

A Andiroba é uma organização da sociedade civil fundada em 1999 e qualificada como Oscip em 2000.

A Andiroba defende a produção florestal como único caminho para a ocupação produtiva da Amazônia, negando veementemente qualquer alternativa econômica que pressuponha o desmatamento da floresta para o cultivo de grãos e a criação de boi.

A Andiroba acredita que a vocação econômica da Amazônia se assenta na oferta de produtos oriundos da diversidade biológica.

Esses produtos, que deverão compor um CLUSTER FLORESTAL, compreendem desde os princípios ativos empregados na indústria da biotecnologia até a oferta de madeira, incluindo-se a produção de água, de sementes florestais e de animais silvestres.

Intransigência do governo paralisa Conama

A investida do governo federal contra os conselhos e outros colegiados instituídos nos últimos 40 anos tem endereço certo: coibir a atuação das organizações não governamentais na definição e execução de políticas públicas. Nadando contra a corrente internacional (uma tendência, ao que parece, dos atuais gestores em Brasília), o governo busca tolher a participação da sociedade civil na política pública, o que reduz a transparência e aumenta a ineficiência. A paralisia decisória do Conama é só um exemplo das consequências que estão por vir: enquanto o bode era colocado na sala, teve início, na Amazônia, a estação do desmatamento e das queimadas.

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Artigo da semana:

Ainda sobre o desmatamento recorde na Amazônia em 2019

Ao defender o desmatamento legalizado como forma de ocupação produtiva adequada à região amazônica, as autoridades ambientais desconsideram que a missão do Ministério do Meio Ambiente é fiscalizar e coibir o desmatamento ilegal e oferecer alternativa produtiva ao legalizado. Sob um misto de indiferença e incompetência, a conduta dos gestores do MMA leva a crer que o controle do desmatamento na Amazônia até 2022 é causa perdida. Significa dizer que a destruição da floresta, a maior tragédia ambiental brasileira, que mancha a reputação do país perante a ONU e o mundo, persistirá.

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