Com tarrafa na cabeceira do Rio Humaitá, fronteira do Acre com o Peru.
Foto: Daniel Belik, 2015.

Quem somos

A Andiroba é uma organização da sociedade civil fundada em 1999 e qualificada como Oscip em 2000.

A Andiroba defende a produção florestal como único caminho para a ocupação produtiva da Amazônia, negando veementemente qualquer alternativa econômica que pressuponha o desmatamento da floresta para o cultivo de grãos e a criação de boi.

A Andiroba acredita que a vocação econômica da Amazônia se assenta na oferta de produtos oriundos da diversidade biológica.

Esses produtos, que deverão compor um CLUSTER FLORESTAL, compreendem desde os princípios ativos empregados na indústria da biotecnologia até a oferta de madeira, incluindo-se a produção de água, de sementes florestais e de animais silvestres.

Andiroba eleita para o Conama – biênio 2019/2021

Com mandato até março de 2021, a Andiroba irá se empenhar, no intuito de reforçar o importante papel desempenhado pelo Conama para a conservação da floresta na Amazônia e para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris.

Três propósitos vão orientar a atuação da Andiroba no Conama:

  • Ampliar o número de entidades amazônicas registradas no Cnea;
  • Defender a meta de zerar o desmatamento legalizado na Amazônia;
  • Propor ações que promovam o uso econômico da biodiversidade, em conformidade com o modelo de Cluster Florestal.

 

Mais informações sobre as propostas da Andiroba para o Conama podem ser obtidas aqui neste site, na aba “artigos”.

Artigo da semana:

Desmatamento absurdo desacredita governo do Acre na Polônia

A partir de 1988, o conceituado Inpe passou a medir o desmatamento na Amazônia; desde então, os governos estaduais ficaram sem margem para manobrar os dados, como faziam antes. Dessa forma, quando o Inpe divulga que o desmatamento no Acre aumentou 83%, não adiantam tergiversações e subterfúgios: todos os 197 países que firmaram o Acordo de Paris reconhecem a precisão dessas estatísticas. Aos gestores públicos, só resta assumir sua incapacidade para chegar a algum tipo de solução e deixar o problema para o governo que assume em 2019. Triste assim!

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