Caminhos do Jordão.
Foto: Raul Torrico, 2015.

Quem somos

A Andiroba é uma organização da sociedade civil fundada em 1999 e qualificada como Oscip em 2000.

A Andiroba defende a produção florestal como único caminho para a ocupação produtiva da Amazônia, negando veementemente qualquer alternativa econômica que pressuponha o desmatamento da floresta para o cultivo de grãos e a criação de boi.

A Andiroba acredita que a vocação econômica da Amazônia se assenta na oferta de produtos oriundos da diversidade biológica.

Esses produtos, que deverão compor um CLUSTER FLORESTAL, compreendem desde os princípios ativos empregados na indústria da biotecnologia até a oferta de madeira, incluindo-se a produção de água, de sementes florestais e de animais silvestres.

Onde atuamos

Tendo o Estado do Acre como referência territorial, a Andiroba atua na concepção e execução de projetos voltados para a exploração sustentável da biodiversidade.

As equipes técnicas responsáveis pela condução desses projetos referendam sua viabilidade econômica e, principalmente, a importância dessas experiências para a sustentabilidade da ocupação produtiva da Amazônia.

Se você é um técnico que atua em alguma organização na Amazônia, não se furte em contatar a Andiroba. Teremos prazer em ajudar na reedição dessas experiências, inclusive na elaboração de documentos e no amoldamento da proposta para outras realidades regionais.

Se você, por outro lado, é agente de uma organização de apoio, notadamente aquelas vinculadas à cooperação internacional, a equipe da Andiroba está disponível para preparar uma proposta para avaliação e eventual apoio financeiro.

Andiroba assume Conselho Deliberativo do Fundo Nacional de Meio Ambiente

Com mais de seis meses de atraso, acarretado sobretudo pelo processo de transição na equipe do governo federal, no dia 23 de novembro último a Andiroba tomou posse perante o Conselho Deliberativo do FNMA como representante das organizações da sociedade civil da Amazônia.

Como o tempo decorrido entre a eleição e a posse não se converteu em período de mandato, o prazo de encerramento continuará o mesmo, ou seja, março de 2018.

Significa que os representantes das entidades terão que fazer um esforço maior para, nesse  ínterim, lograr melhorar o desempenho da combalida carteira de crédito operada pelo FNMA.

A boa notícia é que, pela primeira vez em mais de 5 anos, a cerimônia de posse contou com a presença do Ministro do Meio Ambiente, o que reforça a tese de que o prestigio alcançado pelo Fundo na década de 1990 pode ser resgatado.

A expectativa é que o FNMA volte a ser um dos principais mecanismos de operacionalização da Política Nacional de Meio Ambiente. E a Andiroba vai se empenhar para ver isso acontecer.

Mais informações sobre as propostas da Andiroba para o FNMA podem ser obtidas aqui neste site, na aba “artigos”.