Igarapé São João, afluente do Rio Jordão.
Foto: Jairo Lima, 2015.

Quem somos

A Andiroba é uma organização da sociedade civil fundada em 1999 e qualificada como Oscip em 2000.

A Andiroba defende a produção florestal como único caminho para a ocupação produtiva da Amazônia, negando veementemente qualquer alternativa econômica que pressuponha o desmatamento da floresta para o cultivo de grãos e a criação de boi.

A Andiroba acredita que a vocação econômica da Amazônia se assenta na oferta de produtos oriundos da diversidade biológica.

Esses produtos, que deverão compor um CLUSTER FLORESTAL, compreendem desde os princípios ativos empregados na indústria da biotecnologia até a oferta de madeira, incluindo-se a produção de água, de sementes florestais e de animais silvestres.

Onde atuamos

Tendo o Estado do Acre como referência territorial, a Andiroba atua na concepção e execução de projetos voltados para a exploração sustentável da biodiversidade.

As equipes técnicas responsáveis pela condução desses projetos referendam sua viabilidade econômica e, principalmente, a importância dessas experiências para a sustentabilidade da ocupação produtiva da Amazônia.

Se você é um técnico que atua em alguma organização na Amazônia, não se furte em contatar a Andiroba. Teremos prazer em ajudar na reedição dessas experiências, inclusive na elaboração de documentos e no amoldamento da proposta para outras realidades regionais.

Se você, por outro lado, é agente de uma organização de apoio, notadamente aquelas vinculadas à cooperação internacional, a equipe da Andiroba está disponível para preparar uma proposta para avaliação e eventual apoio financeiro.

Artigo da semana:

Acre em chamas

No próximo sábado, dia 22 de setembro, começa a primavera. Quem mora no Acre, a despeito da dificuldade em perceber a mudança de estação, torce para que as chuvas cheguem mais cedo e ponham fim às queimadas que todos os anos fazem insuportável a vida por aqui. Não precisava ser assim. Com algum bom senso e alguma competência da gestão pública, as queimadas poderiam ser banidas do território estadual, sem que a irrisória produção agropecuária ficasse comprometida.

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