Comunidade Novo Porto, às margens do Rio Muru.
Foto: Edivan Lima, 2015.

Quem somos

A Andiroba é uma organização da sociedade civil fundada em 1999 e qualificada como Oscip em 2000.

A Andiroba defende a produção florestal como único caminho para a ocupação produtiva da Amazônia, negando veementemente qualquer alternativa econômica que pressuponha o desmatamento da floresta para o cultivo de grãos e a criação de boi.

A Andiroba acredita que a vocação econômica da Amazônia se assenta na oferta de produtos oriundos da diversidade biológica.

Esses produtos, que deverão compor um CLUSTER FLORESTAL, compreendem desde os princípios ativos empregados na indústria da biotecnologia até a oferta de madeira, incluindo-se a produção de água, de sementes florestais e de animais silvestres.

Andiroba eleita para o Conama – biênio 2019/2021

Com mandato até março de 2021, a Andiroba irá se empenhar, no intuito de reforçar o importante papel desempenhado pelo Conama para a conservação da floresta na Amazônia e para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris.

Três propósitos vão orientar a atuação da Andiroba no Conama:

  • Ampliar o número de entidades amazônicas registradas no Cnea;
  • Defender a meta de zerar o desmatamento legalizado na Amazônia;
  • Propor ações que promovam o uso econômico da biodiversidade, em conformidade com o modelo de Cluster Florestal.

 

Mais informações sobre as propostas da Andiroba para o Conama podem ser obtidas aqui neste site, na aba “artigos”.

Artigo da semana:

Início da safra de castanha aquecerá economia no Acre e Bolívia

Reiterados estudos demonstram a importância econômica da castanheira para a região de fronteira entre o Acre e a Bolívia. Os extrativistas que coletam os ouriços e comercializam a castanha-da-amazônia (antes chamada de castanha-do-pará ou castanha-do-brasil) praticamente dobram a renda anual de suas colocações em apenas 4 meses de safra. Para obter melhores preços, os produtores do Acre, onde se localizam os castanhais mais produtivos, preferem vender as amêndoas aos bolivianos, que detêm as indústrias de beneficiamento mais equipadas. Nessa região de fronteira, boa parte dos produtos comercializados é transportada em canoas, já que o rio Acre demarca a divisa entre os dois países. A ampliação da participação da castanha-da-amazônia na frágil economia do Acre deveria ser estimulada. Esquecer que produtores e compradores estão na fronteira e exigir o cumprimento da excessiva burocracia aplicada à importação e exportação de produtos não ajuda.

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